segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Inauguração a vista I



Todos estão convidados para a inauguração
dia: 07/11 às 16 horas.
Participe, desta grande conquista da comunidade Sabará.

Inauguração a vista



Tá aí, que lindo!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Presidente Lula

Vocês têm aqui a oportunidade de fazer a matéria da vida de vocês. Se vocês esquecerem a pauta do editor e se embrenharem no meio desta gente; escolham um, qualquer um, para vocês conversarem sobre a vida deles, sobre o sonho deles... aí vocês vão compreender por que a figura do chamado formador de opinião pública, que antes decidia as coisas neste país, já não decide mais. É porque este povo já não quer mais intermediário, este povo enxerga pelos seus próprios olhos; fala pela própria boca....este povo aprendeu a ser dono do seu nariz. Graças a Deus, porque o mundo fica mais limpo quando o pobre toma consciência.

(Presidente Lula, aos jornalistas, na Expocatadores, a Exposição do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis; 29-10)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Programa financia computador para 3 milhões de professores

O Ministério da Educação (MEC) ampliou para todo o Brasil, desde o dia 15, o programa Computador Portátil para Professores. Criado para facilitar a aquisição de notebooks por docentes, o programa oferece equipamentos de baixo custo com condições diferenciadas de empréstimo. Lançado no dia 31 de agosto em sua fase piloto, atendia a 64 municípios com 62 mil docentes. Agora, passa a atender cerca de 3,4 milhões de professores da rede pública e privada, em todos os níveis de ensino no país.
São oferecidos três modelos de computador portátil e os preços variam entre R$1.199 e R$1.399. O valor pode ser financiado em 24 ou 36 parcelas. Para participar, é preciso acessar a página do projeto (http://www.computadorparaprofessores.gov.br) ou o portal dos Correios (http://shopping.correios.com.br/wbm/shopping/script) para escolher o equipamento que mais se adequar à sua necessidade.

Todos os professores em atividade do ensino básico, profissional e superior de instituições públicas e privadas credenciadas junto ao MEC podem participar. O programa funciona como instrumento para a inclusão digital, e possibilita aos professores de todo o país levar mais dinâmica para a sala de aula, com o acesso às novas tecnologias educacionais.

Para financiar o computador, o professor deverá procurar as agências do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal ou Banco Postal dos Correios para aprovação de crédito. Os bancos garantem taxas de juros mais baixas para atender ao programa. Após esse processo, deve ir até uma agência dos Correios para efetuar a compra, com contracheque com código da instituição de ensino ao qual está vinculado ou declaração da direção. O prazo médio de entrega é de 30 dias, após a aprovação do crédito. O processo pode ser acompanhado pelo portal dos Correios. Cada professor só poderá adquirir um computador pelo programa. Aqueles que preferirem, poderão comprá-lo à vista.

O projeto Computador Portátil para Professores é resultado da articulação entre Presidência da República, ministérios da Educação, da Ciência e Tecnologia (MCT), e da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos com o setor privado. Ele foi elaborado em continuidade ao projeto Cidadão Conectado – Computador para Todos, parte integrante das demais iniciativas de qualificação da educação brasileira.

Fonte: Envolverde / Nota 10

domingo, 18 de outubro de 2009

Violência em Curitiba

Passados 15 dias após a chacina onde vitimaram 08 inocentes, não se ouve falar mais nada, os jornais, a TV nada comentam. Nos primeiros dias após o ocorrido, acompanhamos através da imprensa as autoridades buscando justificativas.
Na realidade todos são culpados, o governo municipal/estadual têm como obrigação a oferta de políticas públicas aos cidadãos que moram nos bairros nas cidades e pagam impostos, (creches, escolas, saneamento, saúde) é uma parceria em prol do cidadão o que pouco vemos, infelizmente.
O que vemos são escolas sucateadas, professores desestimulados, péssima qualidade nos serviços públicos, falta de segurança etc.
Falta choque de gestão, comprometimento das pessoas que estão a frente.
Quando digo "a frente", não estou me referindo apenas aqueles que estão dirigindo o governo no caso do prefeito e governador, estou me referindo a todos os agentes públicos, desde o porteiro, a merendeira, do professor ao policial, do assessor ao vereador/deputado.
E o cidadão, esse tem o papel importantíssimo, não só de reclamar como acontece, mas de participar, cobrar, exigir mudanças, e também de cumprir com o seu dever.
Há nas pessoas um "tentação", a busca de seus próprios interesses, se tiver a oportunidade de escolha, muitos vão optar por uma escolha individualista.
E ai, a busca pela melhoria coletiva sucumbi, é esse o paradigma a ser superarado. No contrário continuaremos a ver cenas como a que vimos há 15 em Curitiba, a de ontem (17/10), no Rio de Janeiro.
E o pior de tudo, é acharmos normal tudo isso.

Muito se fala, pouco se faz.

Deputado quer que CPI também investigue entidades ruralistas

Deputado quer que CPI também investigue entidades ruralistas
Por Camila Souza Ramos [Sexta-Feira, 16 de Outubro de 2009 às 18:08hs]

Caso a CPMI para investigar as acusações de repasse de verbas para órgãos ligados ao MST seja instalada, o deputado Dr. Rosinha (PT) pedirá que a comissão investigue também as denúncias de uso indevido de verbas públicas repassadas para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Coooperativismo (Sescoop). As entidades são ligadas aos grandes fazendeiros e integram o “Sistema S”, formado por pessoas de direito privado.

A mesa da Câmara aprovou no dia 30 de setembro um pedido do deputado ao Ministério da Fazenda pedindo esclarecimentos sobre a movimentação financeira das duas entidades. O ministério deve responder ao pedido até o dia 30 de outubro. O Tribunal de Contas da União (TCU) apresentou relatórios que apontam indícios de desvio de finalidade de função na aplicação de recursos.

No documento consta que, ao invés de aplicarem as verbas em educação, elas foram utilizadas para pagamento de funcionários, despesa com transporte de pessoal, contratação irregular e transferências para entidades privadas. O deputado quer que o ministério divulgue todos os repasses ao Senar e à Sescoop desde janeiro de 2006 até agosto de 2009.

Bancada ruralista

A proposta de investigar os repasses ao “Sistema S” seria uma forma de pressão política para impedir que a CPMI contra o MST seja protocolada. Uma das líderes da proposta da CPMI é Kátia Abreu (DEM-TO), da bancada ruralista do Senado. Ela também é presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que administro o Senar, uma das entidades acusadas de irregularidade pelo TCU.

Em entrevista à Fórum, Dr. Rosinha disse que “a investida contra o MST tem três objetivos: criminalizar o movimento, fazer politica partidária contra a candidatura de Dilma Roussef e começar a criar uma ideologia dominante contra a reforma agrária”. Nos três alvos, o deputado afirma que a bancada ruralista conta com o apoio das empresas de comunicação.

Investigação

Apesar de o TCU já ter constatado uso indevido das verbas, Dr. Rosinha diz não confiar na independência do órgão. “O único órgão que não tem independência é o TCU”, diz. Ele defende que o caso seja encaminhado para o Ministério Público e investigado pela Polícia Federal, órgãos que, em sua avaliação, teriam mais independência para apurar as denúncias contra os serviços.

“O TCU não tem independência, tem é uma pendência ideológica”, critica. Para o deputado, o bloqueio de R$ 5,2 milhões para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) mostram que os ministros do tribunal não tem interesse no desenvolvimento do país. “Os ministros lá são todos contra o governo Lula, investigam pra impedir o crescimento do país”.

http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=7644

sábado, 10 de outubro de 2009

Incra de SP diz que fazenda da Cutrale está em área da União

O superintendente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em São Paulo, Raimundo Pires Silva, disse ontem que estão irregularmente em terras da União todos os proprietários e empresas com fazendas no antigo Núcleo de Colonização Monções.

A reportagem é de Rodrigo Vizeu e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 10-10-2009.

A área, de 50 mil hectares, fica no centro-oeste do Estado, entre os municípios de Iaras, Borebi, Agudos, Lençóis Paulistas e Águas de Santa Bárbara.

Ali está a fazenda de 2.400 hectares da Cutrale invadida pelo MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) na semana passada. Os sem-terra ficaram no local por dez dias, derrubaram pés de laranja e depredaram tratores, caminhões e imóveis da sede.

Segundo Silva, a região onde fica a fazenda foi comprada pela União em 1909 para instalar colonos. O projeto não vingou, e as áreas ficaram desocupadas, levando a um processo de ocupação irregular. O superintendente diz que o Incra, em 2003, foi condenado pela Justiça a implantar assentamentos no local. A partir daí foi feito um levantamento para identificar o histórico das terras. Os atuais ocupantes foram informados sobre a titularidade irregular.

"É um patrimônio público, pertence ao povo", disse Silva. Segundo ele, não foram verificados casos de falsificação de documentos e grilagem: as ocupações foram feitas de "boa-fé".

O Incra afirma que tentou acordo com as empresas. A Lwarcel Celulose reconheceu que sua terra era da União, propôs ficar ali e, em troca, deu ao órgão uma área em outra região. As empresas que chegaram a acordos são as únicas regularizadas, juntamente com descendentes dos antigos colonos do núcleo, segundo o Incra.

Na Justiça, há 50 processos questionando a posse das terras - entre eles o da Cutrale. Uma decisão da Justiça Federal entendeu que o órgão não tinha direito de reclamar a terra da multinacional, mas ainda não julgou se a propriedade é mesmo pública. O Incra recorreu.

O diretor de relações institucionais da Cutrale, Carlos Otero, não quis polemizar: "Nosso foco agora é recuperar o que foi destruído." Ele descartou firmar um acordo com o Incra. Diz que a a Cutrale "é dona" da área e tem documentos.

Ontem, a Polícia Civil de Borebi anunciou que mais quatro integrantes do MST que ocuparam a fazenda da Cutrale em Iaras (SP) foram identificados. Agora são 11 as pessoas do movimento reconhecidas.

Anteontem, o delegado Jader Biazon, responsável pelo inquérito sobre a ocupação, anunciou que indiciará e pedirá a prisão temporária de integrantes do MST, que atribuiu a depredação a uma "armação" da Cutrale.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br